Gerador de massa de dados brasileira
Registros completos para popular banco de homologação: nome, e-mail, telefone, endereço e documentos válidos pelo dígito verificador. Exporta como CSV, JSON, INSERT do SQL ou lista de objetos C# — pronto para colar. Tudo no navegador, sem enviar nada.
Gerador
0 registro(s)
Por que gerar em vez de copiar produção
A alternativa comum a esta ferramenta é copiar uma fatia da base de produção para homologação. É rápido, resolve o problema imediato e é a pior escolha possível: a LGPD trata dado pessoal do mesmo jeito nos dois ambientes, e homologação normalmente tem menos controle de acesso, menos criptografia e mais gente com credencial. Um vazamento em homologação é um vazamento.
Gerar resolve isso na origem, e ainda dá algo que a cópia não dá: controle sobre o dado. Você escolhe quantos registros, quais colunas e quais casos extremos quer exercitar.
O escape que quebra gerador caseiro
Três formatos, três escapes diferentes — e é aqui que o script feito às pressas falha, sempre com o mesmo tipo de nome:
| Formato | O que precisa escapar | Como |
|---|---|---|
| CSV | Aspas, ponto e vírgula, quebra de linha | Campo entre aspas, e aspas internas dobradas (RFC 4180) |
| SQL | Apóstrofo | Dobra: D'Ávila vira 'D''Ávila' |
| C# | Aspas e barra invertida | Escapa com barra invertida |
| JSON | Aspas, barra, controle | O JSON.stringify resolve |
O sobrenome D'Ávila é o caso clássico: gerado sem escape, ele fecha a string no meio do INSERT e o script quebra na linha 40 de 500 — ou, pior, executa alguma coisa que ninguém queria. Esta ferramenta escapa nos quatro formatos, e o teste cobre exatamente esse nome.
Os documentos são válidos, e é isso que importa
CPF, CNPJ e RG saem passando no dígito verificador — porque massa de teste com documento inválido não exercita nada: a primeira validação do seu sistema recusa tudo, e você não testa o caminho de verdade.
Cada um tem sua própria ferramenta, com o algoritmo explicado: CPF, CNPJ — que já cobre o formato alfanumérico em vigor desde julho de 2026 — e RG.
Perguntas frequentes
Os CPFs gerados aqui são de pessoas reais?
Podem ser, e é importante entender por quê. O gerador produz um número que passa no cálculo do dígito verificador — e esse cálculo não consulta cadastro nenhum, então não tem como saber se o número já foi emitido. Como a Receita já emitiu centenas de milhões de CPFs, é provável que um número gerado coincida com o de alguém. Por isso eles servem para exercitar software, e não para se identificar.
Por que 111.111.111-11 é recusado se ele passa no cálculo?
Porque os onze dígitos repetidos satisfazem o módulo 11 por coincidência matemática, mas nunca foram emitidos e são recusados por convenção em todo sistema sério — inclusive nos da Receita. É a falha mais comum em validador escrito à mão: quem implementa só o cálculo aceita 000.000.000-00, 111.111.111-11 e os outros oito, e o cadastro passa a aceitar lixo. Esta ferramenta recusa os onze casos, tanto ao gerar quanto ao validar.
Como o dígito verificador do CPF é calculado?
São dois dígitos, cada um por módulo 11. Para o primeiro, multiplique os nove dígitos da base por pesos de 10 até 2, some, e tome o resto da divisão por 11: se o resto for menor que 2, o dígito é zero; senão é 11 menos o resto. Para o segundo, repita incluindo o primeiro dígito já calculado, agora com pesos de 11 até 2. É o mesmo esquema do CNPJ, mudando só a quantidade de posições e os pesos.
Posso usar CPF gerado em ambiente de homologação?
Sim, e é exatamente para isso que a ferramenta existe. A recomendação prática é manter o dado de teste separado do de produção e nunca copiar base de produção para homologação sem anonimizar — a LGPD trata dado pessoal do mesmo jeito nos dois ambientes, e CPF é dado pessoal. Gerar é justamente a alternativa a copiar.
Outras ferramentas
Todas em ferramentas para desenvolvedor — rodam no navegador, sem cadastro e sem anúncio.
Receba os próximos artigos
Conteúdo técnico de .NET direto no seu e-mail. Sem spam, e você sai quando quiser.